12 de maio de 2009

Começando...

Sabe, às vezes mal consigo pensar. A propósito, me apresentarei. Eu não sou uma pessoa, não sou uma coisa. Apenas me sou. Chamam-me de Paula, nome de batismo. E aliás, não sou batizada religiosamente. Houve uma ambiguidade na palavra "batismo". Peço perdão a você, que está lendo.
Quero fazer-te um pedido: Se não se sentir confortável lendo o que escrevo, simplesmente ignore, deixe de lado. Caso contrário, seja muito bem-vindo ao meu mundo, que tentarei compartilhar através disso aqui.
Vou esclarecendo que não consigo me apresentar totalmente de uma vez só. Acho que ninguém consegue. O interessante, é ir se apresentando aos poucos, fazer com que os outros te descubram e por ventura, tentem te decifrar.
Sabe, eu gosto de falar assim, particularmente com as pessoas. É bom dar certa importância aos demais que nos cercam. Isso te torna melhor, ou pior, dependendo da sua auto-estima.
Foi interessante a sensação que tive hoje. Simplesmente fiquei nervosa por presenciar alguém tentando adivinhar meus pensamentos, sentimentos e até mesmo decifrar a minha personalidade. Mas, não fiquei nervosa necessariamente por isso. E sim por ser utilizado pra conseguir isso, um tipo de psicologia barata, que se encontra em qualquer lugar. Afinal, qualquer idiota pode usá-la. Mas, o mais engraçado, foi eu me enfurecer por isso... Se vai usar a tal da psicologia, use-a direito, poxa! :S
Ah, o que acontece comigo? Sim, eu digo coisas sem nexo, mas que no fim sempre se encaixam. Quem se identificar comigo, por favor, levante a mão. Hum.. Penso.. Poucos levantaram.. Os outros talvez não se manifestaram simplesmente por medo. Ah, vamos lá. O medo é uma coisa tão sem noção, que de tão banal, o temos. Ah, e
por que será que o temos? Você vai rir de mim, mas o temos simplesmente pela sociedade. Mas, não generalizando o medo, é claro. Não pense que se não existisse sociedade e aparecesse uma cobra na minha frente, que eu sentaria e conversaria com ela. Sairia correndo, é lógico!
Percebo que começo a desconectar a seriedade de minhas palavras.. Mas isso é bom, se quer saber. Se não fosse bom, as pessoas que levam tudo a sério a ferro e fogo, seriam as mais felizes e realizadas. Confesso que não sou totalmente feliz como gostaria. Ninguém é totalmente feliz, afinal. Sempre falta algo, sempre buscaremos algo. Desde um grão de areia perdido, até o inexistente. Bem, se pergunte: "O que me falta?" Talvez, achará a resposta. E talvez, o que te falta é achar a resposta pra saber o que mais te falta. Complexo, pode ser. Mas, não deixa de ser interessante. E mais interessante, é um assunto acabar puxando o outro. De repente, você percebe que eles se encaixam, ou não. Mas, mesmo não tendo o mínimo sentido pra outros, existe um sentido para você. E isso é o que importa.
Acho que finalizo aqui por hoje, e agradeço a quem chegou até o final. Quem simplesmente não chegou, quem sabe da próxima vez, eu consiga prender a sua atenção com algo que talvez seja mais interessante.(?)
Bem provável, que se eu postar novamente amanhã, estarei com o humor oscilado.. Posso até contar várias piadas. :*

4 comentários:

C a i o disse...

Ahhhh, que linda *------*

Gill disse...

Acho que eu irei gostar de você.

Locke disse...

Demorei horrores a comentar, mas aqui estou eu, rs

Adorei o modo como se expressou, me identifiquei com seus pensamentos.
Acho que irei gostar de você [2] o/

Paula disse...

Obrigada, de verdade. Eu andei lendo os posts de vocês também, e confesso que me identifiquei bastante. Ainda não comentei por descuido mesmo, mas li todos (:

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