8 de novembro de 2009

Pesadêlos Diarios

Todas esses anos calado
Um trauma evidente, mas nunca citado
Eu sempre contive toda essa dor
Mas por dentro eu explodia, procurava ser quem não sou.

Fingia sorrisos, só para não haver perguntas
Eu sinto falta de seus abraços
Eu se que ainda me ama
Não sei por quanto tempo ainda consigo esconder

As mentiras tomam conta de mim
E todas as minhas falas são falsas
E o que você vê em mim, naõ passa de um disfarce
Para esconder o verdadeiro "monstro" que sou

Eu grito em silêncio
Eu não posso esquecer ou apagar o que ví
Eu não posso deixar de fingir
mascaras, imagens falsas sobre mim
é tudo o que vocês conhecem

Preciso acordar, grite, cante, escreva
Esses pesadêlos diários que me enforcam
Minutos em vão
Marcaram a minha vida
Sou cheio de histórias e todas em minhas memórias reprimidas
A pelo menos algo bom nisso
Não preciso sofrer todos os dias
Mas tudo que me lembro, transformam minhas lágrimas em gotas de vidro
Que se quebram ao acordar

O vento leva um pouco do que realmente sou
E a chuva que molha meu corpo, limpa minha alma
E, estou em paz comigo mesmo, espero que dure bastante
mas é difícil saber qual é o tempo.

Ouvindo: Oração - Outono em Marte
Acho que ninguém vai entender o verdadeiro sentido, mas esta ae :D

1 comentários:

Veri disse...

Muito bom o que você escreveu!
Até me identifiquei com algumas coisas, mesmo porque acho que todo mundo já se sentiu reprimido

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